Há décadas o setor de transporte terrestre de cargas do Brasil tem sofrido com a falta de infraestrutura viária qualificada, além de restrições à circulação de veículos de carga em centros urbanos e acidentes de trânsito. Nos últimos anos, somou-se a esses problemas a crise econômica, a estagnação das indústrias e a diminuíção geral do consumo no país. Da crise costumam surgir novas oportunidades, e foi em busca de qualificação que as grandes transportadoras brasileiras partiram, investindo principalmente na modernização de seus sistemas de gestão administrativa. Listamos os problemas crônicos e as opções para esse serviço logístico tão importante para a economia de nosso país.

 

Rodovias

A falta de investimento em rodovias seguras e deficientes para o escoamento das riquezas do país é um dos fatores que mais encarece o serviço logístico, já muito custoso. O Brasil possui por volta de 212 mil quilômetros de rodovias pavimentadas, o que é muito pouco para uma área territorial total de 8,5 milhões de quilômetros quadrados. Comparações internacionais ressaltam esse problema. Os Estados Unidos possuem 4,21 milhões de quilômetros de rodovias pavimentadas para uma área de 9,1 milhões de quilômetros quadrados.

No Brasil, uma excessão é o estado de São Paulo, que possui boas rodovias. Porém, também é o estado com maior número de pedágios.

 

Responsabilidade ambiental

Outro grande desafio para o serviço de transporte rodoviário de cargas no Brasil, que corresponde a 60% da logística de bens de consumo do país, é se adaptar aos novos parâmetros de responsabilidade ambiental.

A partir de 2012 as montadoras modernizaram o motor dos veículos movidos à Diesel, os preparando para receber o novo, menos poluente, porém mais caro, óleo diesel S-10. Esse novo combustível é 50 vezes menos poluente que o S-500, que é o diesel usado para abastecer veículos fabricados antes de 2012.

Apesar de corresponder a um maior gasto com combustível, que já está entre as cinco maiores despesas de uma transportadora, as empresas logísticas têm se adaptado para colaborar para a diminuíção da emissão de gases poluentes. No entanto, apesar das vantagens do combustível S-10 em comparação ao S-500, principalmente sua maior potência de ignição, o aumento do custeio de combustível representou diminuição do lucro.

 

Desafios geram qualificação

A partir de 2008, a demanda das transportadoras cresceu muito, gerando com isso novos desafios. Um dos motivos para esse crescimento foi a expansão da internet no Brasil, e por consequência da compra online de produtos. Como a oferta de transporte ainda não era suficiente para atender tamanha demanda, as melhores empresas buscaram aprimorar a eficiência operacional, a fim de melhorar a agilidade, eficiência e qualidade de seus serviços. Com isso, muitas adotaram o Enterprise Resource Planning (ERP), software de gestão financeira, estoque, e banco de dados. O sistema é responsável pelo controle de todas as operações diárias de uma empresa, desde o faturamento até o balanço contábil. Em suma, todo o trabalho administrativo de uma empresa.

Enquanto as empresas investiam em tecnologia da informação, em 2011 o Governo Federal também implantou boas iniciativas para a melhoria do serviço de logística no país. Uma delas foi o PAC Rodovia, visando o expansão do alcance rodoviário no país.

 

Novos problemas, novas soluções

Com a crise financeira, em 2015, muitas indústrias estagnaram e os clientes ficaram mais exigentes na hora de comprar, exigindo principalmente mais agilidade e qualidade na entrega dos produtos. Por isso, as transportadoras que estivessem na frente nesses quesitos sofreriam menos com a crise.

Nos últimos anos as transportadoras têm modernizado seus veículos, computadores de bordo e adotado sistemas automatizados de gestão. Mas, como você já deve ter reparado, sempre surgem novos desafios para o setor. A modernização das atividades de gestão e dos veículos gerou uma uma nova dificuldade: capacitar e/ou contratar profissionais (motoristas) com as qualificações técnicas para interagir com essas tecnologias, ainda mais considerando que 45% dos caminhoneiros são autônomos no Brasil.

 

 A busca por tecnologias simples

Para que a modernização da empresa não se torne uma dor de cabeça, é necessário buscar por tecnologias de gestão de fácil instalação e manuseio. Com essa pretensão surgiu a empresa CTA Plus, do Rio Grande do Sul, em 2011, ano do auge da expansão de mercado do setor.

Assim como o ERP, o sistema da CTA Plus é de gestão, mas atende a um requisito extremamente importante: a gestão dos abastecimentos da frota da empresa. Como já dissemos, combustível é um dos principais gastos para as transportadoras e um software de controle desse aspecto representa não apenas o conhecimento real do que está sendo gasto, mas a possibilidade de implantar ações para economia.

Muitas transportadoras ainda utilizam o processo de controle manual de abastecimento de sua frota, através de planilhas, dando espaço para uma grande variedade de problemas, como o desvio de combustível, erros de rota e maior gasto devido problemas mecânicos nos veículos.

 

A grande vantagem do sistema da CTA Plus, além de seu custo-benefício, é a simplicidade do sistema, podendo ser facilmente utilizado por qualquer funcionário da empresa. O aparelho de gestão é instalado junto à bomba de abastecimento da transportadora. Para abastecer, o funcionário utiliza seu cartão de identificação e a chave de segurança do veículo. O aparelho libera para o veículo apenas o combustível adequado para seu modelo, garantindo o abastecimento correto, e envia as informações (quantidade e tipo de combustível, veículo e abastecedor) para o responsável pela gestão da empresa, possibilitando a análise de dados e gráficos.

 

Somente tecnologias acessíveis podem garantir evolução para as transportadoras. Com um sistema simples, garante-se fácil uso por parte dos funcionários.

No caso do sistema da CTA Plus, o aparelho é facilmente instalado, e os funcionários da empresa recebem uma qualificação para seu uso, instruídos pelos técnicos da CTA Plus. O sistema agrega muita ainda mais capacidade de gestão para as melhores transportadoras, pois possui integração com qualquer sistema ERP via WebService ou importação.

 

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